Internet & links favoritos #3

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Nas últimas semanas eu vi muita coisa legal e interessante nesse mundinho da internet & blogs e fui separando o que eu tinha gostado mais para compartilhar com quem também gosta de ver e ler textinhos e posts bacanas. Dessa vez, ao invés de escolher apenas cinco, temos 10 links, já que faz tempo que não tem esse tipo de post por aqui (e porque ficou difícil de separar apenas alguns).

Não deixe de ver os outros posts da série “Internet & links favoritos” aqui e aqui.

  1. Como saber o que fazer da vida? – Para quando a crise existencial bate e essa pergunta surge na mente.

  2. Vai ficar tudo bem – Ler esse texto da Isadora foi como receber um abraço <3

  3. Moda, crítica e redes sociais: qual é o futuro do jornalismo de moda? – “Não existe crítica, não existe dúvida, não existe questionamento – todo mundo adora tudo”. O cenário do jornalismo de moda aqui no Brasil está precisando de mudanças já!

  4. Não tenha pena de abandonar livros – Nunca mais vou me sentir culpada por ter parado de ler algum livro e, ah, como isso é bom!

  5. O jogo que ninguém ganha – Por menos joguinhos no amor.

  6. Começar pode até ser a parte mais difícil, mas vale a pena – É melhor tentar do que ficar apenas pensando o que poderia ter acontecido, né?

  7. Se vir algo lindo em alguém, elogie – Um post lindo feito pela Clara!

  8. Cadê os nossos bolsos? – Quando foi que acharam que mulheres não precisam de bolsos que caibam coisas normais?

  9. Mulher de cabelo curto não é mulher de verdade – Precisamos parar com a ideia de que mulheres não podem ter cabelo curto!

  10. Por que ainda há pessoas que usam papel e caneta para se organizar e estudar? – Esse post da Fernanda explica todos os motivos para preferir o bom e velho papel e caneta para se organizar <3

Imagem destacada: hrnmnk.com

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O tal dos vinte anos

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Eu fiz vinte anos e a ficha – ainda – não caiu. Eu com vinte anos?! Quando foi que isso aconteceu? Como eu cheguei até aqui? Estou me tornando quem eu sempre acreditei querer ser?

Quando deu meia noite, os amigos e o namorado estavam cantando parabéns no meio do restaurante (com os garçons e tudo!), a vela estava acessa na minha frente e eu sentia o coração cheio de amor por estar comemorando com pessoas tão queridas e que estão comigo há tantos anos. Assoprei e fiz o pedido. Recebi os beijos e abraços, e os desejos das melhores coisas. Quando eu voltei para casa, meus pais me disseram tudo de mais especial que eu poderia querer ouvir.

Fiquei o ano todo pensando que o tal dos 20 anos tinha de ser especial como os aniversários de 15, 18, etc… Afinal, o primeiro dígito mudou, é um número redondinho e o início de uma nova década. Mas eu simplesmente não sabia como seria esse “aniversário especial”. Parecia que nada era o suficiente. Eu planejava e tentava fazer acontecer e não ia, não dava certo… Ainda não era o que eu queria.

Como eu não acredito em acaso, abri mão dos planos e pensei:

– Vai, Universo! Eu sei que de algum jeito vai dar certo!

A comemoração não saiu exatamente como planejado, mas eu não mudaria um detalhe. E foi nesse momento em que eu tive certeza de que não é tão ruim como parece deixar a vida acontecer e ver onde vai dar em momentos como esse. Percebi que minha cabeça está mudando (obviamente) e que não talvez eu nem me importe tanto mais por não ter tido um detalhe ou outro além do que eu esperava. Foi “simples”, mas foi com as pessoas que eu queria ter ao meu lado.

Tudo ficou ainda mais gostoso com um dia inteiro recebendo carinho e lendo mensagens lindas, dessas que arrancam sorrisos e que são como um abraço.

Aniversário, para mim, é como o Ano Novo: é tempo de se renovar, de colocar na balança o que passou e o que eu quero que chegue. E é, principalmente, época de agradecer por tudo o que fez parte da minha vida até agora – o que foi bom e até o que não foi tão bom assim, e acabou ensinando algo – e eu não tinha como estar mais agradecida do que estou depois do ano que passou!

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O que eu fiz até agora? E o que vai acontecer daqui para frente?

Sempre pensei que essa é a idade para começar a tomar um rumo tanto profissional quanto pessoal, que agora é a hora de ir atrás de quem eu quero ser e dar o que eu posso para alcançar meus sonhos e objetivos (apesar de eu nem ter nada muito definido, mas ok).

Eu também quero viver novas histórias e não deixar a vida passar sem que eu tenha aproveitado o tempo que eu tenho. Quero estar mais perto daqueles que são especiais para mim e quero que novas pessoas cheguem e me marquem com o que elas tiverem de melhor. Quero errar e, claro, continuar aprendendo com meus erros. Quero que a vida continue me mostrando que as coisas podem ser boas mesmo se não forem do jeitinho que criamos na nossa cabeça. Quero continuar me apaixonando pelos detalhes da vida e não deixar que nada acabe com esse sentimento. Quero continuar sendo curiosa e não desistir de descobrir as coisas e de me informar. Quero conhecer novos lugares, mas sempre poder retornar para onde seja o meu lar. Quero me cercar de tudo o que eu acredito ser o melhor para que os meus 20 anos e todos os outros que virão sejam os mais lindos possíveis.

Imagem destacada: StockSnap.io

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Sobre ausência, blogosfera e um desabafo

Via Pexels

Mais uma vez que eu deixei de atualizar meu blog assim que as férias acabaram. Mais uma vez que eu prometi a mim mesma que isso não aconteceria, mas isso não foi o suficiente. É apenas a faculdade retomar para que o sentimento de “olha só quanta matérias, provas e trabalhos querendo minha atenção” volte e eu abandone todos os posts que estavam prontinhos para serem tirados dos rascunhos. Aí acaba entrando uma questão de definir as prioridades, o que ficará para outro texto.

Não é por falta de ideia e não é por falta de inspiração. Talvez seja por causa de alguns vários motivos – reais ou imaginários – que eu coloque na frente da minha vontade de fazer o que eu construí até agora, progredir.

Aqui vai a lista com alguns dos motivos:

  1. Pode ser que eu tenha esquecido que o blog era para ser algo mais como um hobby, um espaço meu e acabei deixando que virasse uma obrigação. E, sabemos, ver as coisas como obrigação não ajuda;
  2. Algumas blogueiras (da galera old school) que eu admiro e nas quais eu me inspiro começaram a parar de produzir conteúdo para seus blogs e isso me desanimou;
  3. Talvez seja por achar que eu preciso interagir em todos os muitos (!!!) grupos de blogueiras que existem para fazer com que novas pessoas venham visitar o meu, e não ter tempo e energia para tal;
  4. Saber que eu poderia estar fazendo muito mais, mas não conseguir me dedicar o suficiente e acabar me cobrando por algo que, novamente, deveria ser um hobby;
  5. Ver outras pessoas crescendo com seus blogs (não vamos entrar no assunto qualidade x quantidade) e se perguntar “por que eu vou continuar com isso sendo que tem gente melhor?”

Podem ser motivos bestas – e alguns podem ser chamados de desculpa –, mas acontece que eles desanimam e me afastam de algo que eu adoro fazer: compartilhar pensamentos, ideias e coisas legais que eu vi, li e vivenciei.

Daí é só entrar no Usando Camiseta que eu volto a me apaixonar e relembro tudo o que eu já fiz até aqui. E também penso nas pessoas que elogiam, que gostam, que me dizem para não parar. Então, o amor volta. Os posts saem do rascunho e eu fico feliz com o resultado.

Se você leu até aqui, obrigada! E saiba que vou dar o melhor de mim para continuar atualizando esse cantinho que, pode ter certeza, é feito com amor. Mas vemos ver como será essa relação. Sem cobranças, sem pensar apenas em números, não pensar nos itens da lista.

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Vamos conversar sobre planners?

O Maravilhoso Mundo dos Planners + O meu planner

[ou O Maravilhoso Mundo dos Planners]   

Todo começo de ano é aquela mesma história: ver um mundo de agendas lindinhas e incríveis (e cada vez mais caras, infelizmente) e achar que ainda não preciso de uma dessas para sobreviver no dia a dia. Até que o ano começa para valer e eu me perco em meio a tantos compromissos e tarefas. E nesse ano não foi diferente. Eu queria muito comprar uma dessas agendas bem funcionais mesmo, mas acabei não comprando porque pensei que lá para março eu a deixaria de lado e teria gastado meu dinheiro a troco de nada. Mas aconteceu o contrário. Era tanta coisa para anotar, que eu acabei comprando uma agenda mais simples na Kalunga (amo/sou) e fui improvisando.

Faz um tempo desde que eu comecei a ver os primeiros planejadores pessoais por aí, tanto em papelarias especializadas quanto nos perfis gringos do Pinterest. Achei a ideia bem incrível, mas como não era uma opção pagar um bom dinheiro num desses acabei deixando para lá. Os meses foram passando, fui usando uma agenda semanal para me organizar e estava tudo bem. Até que, num belo dia, eu comecei a ver coisas de planner de novo e aí eu entrei no Maravilhoso Mundo dos Planners – do qual eu não pretendo sair tão cedo.

O que é um planner?

Não é nada mais do que uma agenda em que, além de anotar tarefas e compromissos como em qualquer outra, também pode ser decorada com itens de papelaria dos mais variados. Existem vários tipos e marcas (tanto gringas quanto nacionais), e podem ser usadas para organizar a vida pessoal, a vida profissional e/ou a vida financeira. Eu ainda estou descobrindo esse universo, então tem muita coisa que eu não sei direito como funciona, mas estou indo atrás de descobrir. Só sei que até agora está virando tipo um hobby para mim, principalmente por poder usar a criatividade para decorar e criar o conteúdo que eu quero que tenha no meu planner!

Em junho, eu simplesmente decidi que queria porquê queria ter uma agenda que tivesse como possibilidade mudar e criar o seu conteúdo/miolo conforme a minha vontade e gostos, e que ainda me daria a chance de decorar do jeito que eu quisesse, apenas usando itens de papelaria. Coloquei na cabeça que queria um planner, apesar de ainda nem conhecer direito os modelos e etc.

O meu planner

Olha que lindinho que ficou!
Olha que lindinho que ficou!

Comecei a pesquisar e a estudar o assunto, e minha vontade de ter um só aumentava. Como eu sabia que não seria fácil encontrar um que eu pudesse bancar (a maioria chega perto dos R$200,00!) e encontrar em alguma loja, fui atrás de versões genéricas. E foi aí que eu percebi que poderia fazer o meu próprio planner gastando bem pouco! Tudo o que eu precisei foi um desses fichários pequenos que servem de agenda telefônica (que por sorte não foi difícil de encontrar), tecido adesivo para encapar e folhas sulfite de 90g para fazer as páginas. Minha mãe me ajudou na montagem: ela encapou e fez o bolsinho, além de me dar várias ideias de como fazer as divisórias e a decorar. O tamanho dele é o A5, então fica bem fácil de encontrar e imprimir as páginas – o Pinterest ajuda muito nessa parte -, e também de carregar na bolsa.

Para fazer as divisórias (fiz uma para cada mês do segundo semestre, uma para projetos e uma para o blog), eu recortei as medidas que eu queria de folhas mais grossas e coloridas e furei. E as páginas (tanto as mensais quanto as semanais), eu fiz o download desse modelo que eu vi no Pinterest e gostei bastante! Tem gente que usa uma página por dia, mas como eu gosto de ter uma visão da semana toda, eu preferi usar um layout que deixa os sete dias em duas folhas. E para decorar, eu tenho usado muita Washi Tape e adesivos – que tal um post só sobre isso?

Meu Planner (5)
Tem um bolsinho para guardar post its e papéis pequenos
Meu Planner (4)
Fiz uma página com as datas importantes dos próximos meses e peguei, também no Pinterest, um calendário de 2016
Meu Planner (2)
E a página mensal de julho ficou assim! <3
Meu Planner (1)
Também tem um bolsinho e uma página com post its de reserva

Até agora tem sido só alegria e amor, não teve nada que fizesse com que eu me decepcionasse. Não consigo mais viver sem o meu planner e virei a louca da papelaria que quer comprar tudo para usar na decoração das páginas!

Você usa agenda para se organizar no dia a dia? Já conhecia os tais planners?

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Lidos recentemente #3

Lidos recentemente CAPA 8

Fazia tempo que não tinha post da série Lidos recentemente, né? Dessa vez não é tãaao recente assim, já que foram livros que eu li no começo do ano, mas acredito que não tenha problema… O que vale é a intenção, certo?!

A_MAGICA_DA_ARRUMACAOA MÁGICA DA ARRUMAÇÃO, de Marie Kondo

Como boa virginiana e fã da Monica Geller, eu não resisti à curiosidade de ler um livro sobre organização. Em A Mágica da Arrumação, Marie Kondo ensina seus métodos que prometem acabar com qualquer bagunça e levar uma mudança de vida para quem é bagunceiro.

Tem uns dois anos que eu comecei a me interessar bastante por assuntos ligados à organização e métodos, então um livro que entrou no mercado com várias dicas de arrumação me chamou a atenção. Comecei a ler algumas resenhas que me deixaram mais curiosa, li uma amostra e acabei comprando o livro.

Marie Kondo começa contando um pouco sobre a sua infância e como desde pequena ela gostava de organizar e de testar métodos que prometiam uma perfeita arrumação. Em algumas partes eu me identifiquei com essa versão mini da Marie, o que ajudou a continuar com a leitura, até chegar nos trechos em que ela dizia ter mudado a vida de seus clientes (ok, o livro é dela, então tudo bem querer vender a sardinha, mas acabou sendo um pouquinho além do suportável) e propor alguns métodos um tanto quanto radicais. Foi aí que eu empaquei na leitura e demorei para voltar a me interessar pelo livro. Acontece, né?

Bom, algumas das “dicas” (ou mandamentos) que fazem parte do Método KonMari de Arrumação: descartar tudo aquilo que não te faz feliz, arrumar por categorias e não por cômodos e (o que eu achei mais difícil de cumprir) arrumar toda a casa em um único dia. Concordo com alguns pontos, como o de cada coisa ter o seu lugar, assim quando for para organizar o que estiver bagunçado, apenas volte o objeto para seu lugar.

Na minha última ida à livraria, eu vi que tem um novo livro dela no mercado, mas ainda não fui atrás de resenhas. Enfim, o livro A Mágica da Arrumação é legal, mas um pouco complicado de colocar tudo em prática – pelo menos para mim.

O_ESSENCIALO ESSENCIAL, de Costanza Pascolato

Que a Costanza Pascolato é uma grande referência do cenário da moda nacional não há muitas dúvidas, certo? Pense num livro que transmite uma mensagem de elegância com bom humor: é o livro O Essencial. A cada capítulo eu me perguntava por quê demorei tanto para ler esse ótimo livro com tantas dicas legais e simples!

Em meio a ensinamentos de estilo de vida e truques para usar na hora de escolher o que vestir, Costanza mostra que dá para ter um estilo próprio com elegância sem se tornar uma vítima das tendências que saem das passarelas. Para isso é preciso saber em qual dos estilos – a clássica, a esportiva, a moderna e a exuberante – você se encaixa e quais são os oitos essenciais – uma saia reta preta, um terno, um par de jeans, uma camisa branca, um cardigã, uma camiseta, um trech coat e um vestido preto. Junto com cada item, Costanza explica o porquê de ter tais peças.

Depois que comecei a ler O Essencial, eu não consegui largar até chegar na última página. Em boa parte da leitura era como se a própria Costanza estivesse comigo me ensinando diversas coisas interessantes e úteis, seja de moda ou seja de como se comportar em determinada ocasião, quais bolsas e óculos são os melhores.

Uma das características do livro que mais me conquistou (além do bom humor com o qual ele foi escrito) foi sua diagramação. Sério, é lindo de folhear e ficar olhando as imagens ou as fontes que foram utilizadas! O livro é desses que você lê em um ou dois dias e que sabe que boa parte de seu conteúdo é atemporal, perfeito para ler conforme for ficando mais velha. E se você gosta de ler sobre moda e estilo, esse é um livro e tanto!

AS_ESPIAS_DO_DIA_DAS ESPIÃS DO DIA D, de Ken Follett

Sendo mais um livro do Ken Follett e tendo a França durante a Segunda Guerra Mundial como cenário, bastou para que eu quisesse muito ler As Espiãs do Dia D. O livro narra a história de como  um grupo de mulheres “comuns”, lideradas pela oficial Felicity, se passem por faxineiras para entrar no palácio dominado pelos alemães, a fim de destruírem as linhas de comunicação dos inimigos, de modo que os Aliados possam vencer Hitler.

Cada capítulo é narrado ou por Felicity ou pelo alemão Dieter. E a história se desenrola nos nove dias anteriores ao fatídico dia D com diversos acontecimentos e altos e baixos. Achei que as personagens são bem construídas e intensas, e que acabam se completando de certa forma.

O autor Ken Follett é conhecido por suas obras extremamente descritivas e em As Espiãs do Dia D não deixou a desejar em questão de descrever cada personagem, os locais e as ações que iam ocorrendo. Eu sou fã do autor desde que eu li a trilogia O Século – que também é sobre as Guerras Mundiais e sobre a Guerra Fria – há uns anos e toda vez que eu vejo algum livro dele por aí fico querendo ler. Apesar de ter gostado bastante de As Espiãs do Dia D, fiquei sentindo um pouco de falta de mais ação, daquelas que tiram até o fôlego como tinha na trilogia.

O que você andou lendo? Qual é seu gênero preferido?

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Querido diário… #1

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Por ter mais tempo para dedicar ao blog, nas férias eu sempre gosto de ir atrás de novos tipos de conteúdo e formas de ir mais além. Pensando nisso, eu resolvi trazer para o blog um projeto que eu vejo em outros blogs chamado Taking Stock, sendo um tipo de post bem pessoal no qual você completa alguns verbos com base no que você está fazendo/pensando/etc no momento, como num diário.

Vamos lá!

Usando Camiseta

Assistindo: séries e mais séries! Por mais que eu tenha feito uma listinha com as séries que eu queria assistir nas férias, as que eu estou mais assistindo são Gilmore Girls, Jane The Virgin e Freaks and Geeks (obrigada, Netflix, por existir <3). Em junho, eu consegui, enfim, terminar How To Get Away With A Muderer e também assisti The Ranch em praticamente uma semana. Ah, também tenho assistido Sherlock.

Lendo: nada. Acho que li tantos livros no primeiro semestre que agora nas férias eu estou com todas as minhas leituras paradas, enquanto coloco as séries que eu queria tanto ver e não tinha tempo em dia. Mas quero voltar à minha rotina de leitura assim em breve!

Ouvindo: rappers italianos (!!!) e o barulho da obra que está tendo aqui do lado de casa. No final de semana minha amiga Bianca me mostrou umas músicas italianas e, bom, digamos que eu só esteja conseguindo ouvir (mesmo sem entender muita coisa) Vorrei ma non posto, do J-AX e do Fedez. Vício!

Pensando: em como eu quero que minhas aulas práticas para tirar a carteira de motorista terminem. Por mais que eu esteja gostando, é um pouquinho chato ter que ficar conciliando as coisas que você queira fazer com o horário da aula. Mas tudo bem, já está na metade!

Agradecendo: por estar acontecendo coisas que estão me fazendo ver a vida de outros ângulos e perceber que às vezes é tudo questão de perspectiva!

Sentindo: aquela leve preguiça típica das férias e saudade do frio que estava fazendo aqui em São Paulo. Está quase 30ºC, cadê o inverno, gente???!

Usando Camiseta

Planejando: o futuro do blog!!! Como eu disse lá no começo, nas férias a minha cabeça fica a mil para melhorar o blog e trazer conteúdo cada vez mais legal para cá. Ah, e também estou planejando algumas coisinhas que eu quero que saiam do papel agora no segundo semestre!

Querendo: ir viajar! Assim, pode ser para o interior, por uns dias só… É sempre bom mudar de ar por um tempinho, né?

Aproveitando: minhas férias! Tenho tentado usar esse tempo livre do melhor jeito possível para fazer tudo o que eu quero, ver as pessoas que eu amo e também descansar enquanto ainda posso.

O que você achou desse tipo de post? E o que você anda fazendo?

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Documentário The True Cost

The True Cost

Você sabia que nos anos 60, 95% das roupas eram produzidas nos EUA e que atualmente, são produzidas apenas 3%, já que os outros 97% foram terceirizados? Você sabia que a indústria têxtil é a segunda indústria mais poluente, ficando atrás apenas da indústria do petróleo? Você sabia que, só nos EUA, o consumo de produtos de moda aumentou 500% na última década? Pois é.

Esses são alguns dos (muitos!) dados que aparecem no documentário intitulado The True Cost, do diretor Andrew Morgan, lançado em 2015 e disponível na Netflix. O documentário aborda o impacto causado pelo consumo de produtos de moda em escala exagerada, tendo consequências tanto na vida de pessoas do mundo todo quanto no planeta. Com imagens fortes e impressionantes (e uma ótima edição), vamos assistindo aquilo que sabemos que existe e que faz parte dessa indústria: a exploração sofrida pelos trabalhadores terceirizados a fim de produzirem cada vez mais e recebendo cada vez menos as roupas vendidas nas grandes lojas do mundo todo. É difícil de assistir e precisei pausar em alguns momentos para recuperar o fôlego.

“Por que as grandes empresas, que tanto lucram, não conseguem garantir os direitos essenciais de seus trabalhadores?”

Logo no começo de The True Cost, Andrew e seus entrevistados nos mostram que o sistema da moda foi reinventado, já que aquilo de ter desfiles voltados para cada estação, sendo dois por ano, não é mais tão forte quanto antes. Os interesses comerciais das redes de fast-fashion fizeram com que tenhamos praticamente 52 coleções, isto é, em todas as semanas temos novidade nas araras e vitrines, atraindo milhares de compradores (posso me incluir nesses milhares, sim).

A receita que faz essas grandes redes crescerem e lucrarem tanto acaba sendo bem simples: é “só” juntar a moda com preços acessíveis. Sabe aquela tendência que a gente vê na revista e sabe que é só correr numa dessas lojas que podemos encontrar algo genérico? É por aí. O problema é que assim a roupa se tornou um bem material descartável e, como Andrew mostra no documentário, está cada vez mais difícil dar um fim decente para as montanhas de roupas vindas de países desenvolvidos tendo como destino os países em desenvolvimento. E são em situações assim em que devemos nos perguntar se realmente precisamos consumir tanto assim, concorda?

É triste saber que em 2013 ocorreu o maior desastre da história da indústria têxtil, matando mais de 900 trabalhadores em um desabamento de um prédio conhecido como Rana Plaza e que o ano seguinte foi o mais rentável de todos os tempos. É triste saber que essas pessoas continuam pagando com suas vidas por roupas baratas. É triste saber que tem países nos quais os trabalhadores não podem nem se manifestarem ao exigirem condições dignas de trabalho. É triste saber que os componentes químicos usados na produção de roupas afetam a saúde de muitos de forma grave. É triste saber que ainda existem tantas consequências e que aqueles que têm o poder de mudar esse sistema continuam, muitas vezes, focando no lucro.

“Estamos vivendo num mundo globalizado e simplesmente ignoramos a vida dos outros?”

Estamos boa parte do tempo em contato com essa ideia do consumo rápido: blogueiras com looks do dia e etc, revistas com as tendências que “você precisa usar já” e as postagens nas redes sociais feitas por digitais influencers. E isso acaba alimentando a ideia de que ter mais peças, mesmo que de péssima qualidade, é melhor do que ter poucas de qualidade. Atire a primeira pedra quem nunca, em nenhum momento, se deixou levar pela ideia de comprar aquele produto ou roupa que todas as blogueiras estão usando. Eu já fui assim.

Faz alguns meses que eu comecei a ler mais sobre consumo consciente e isso fez com que eu mudasse de atitude em relação às fast-fashions. Entendi que eu não preciso ter todo o meu guarda-roupa composto de peças da Zara, Forever 21 e etc. Entendi que posso (e devo) resistir à ideia de comprar em todas as liquidações que eu vejo por aí e que tem muita marca boa surgindo nesse mercado para nos mostrar que dá para encontrar outros meios de fazer roupa.

Enfim, The True Cost deixa a reflexão de que temos que mudar esse sistema da indústria têxtil e que existem projetos super bacanas de gente que está colocando a mão na massa para isso.

Eu ainda poderia falar muita coisa sobre esse documentário tão incrível, mas seria spoiler. Só posso acrescentar que: todos deveriam assistir pelo menos uma vez! E se você ainda não assistiu e ficou curioso, aqui vai o trailer:

Se você já assistiu, me conta o que achou! Quero saber!

Imagem destacada: divulgação.

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Final de semestre

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[Após um tempão sem postar por aqui, voltei! Além do semestre corrido também teve problema no WordPress (até agora eu não entendi o que aconteceu) que me impediu de postar e etc]

“Final de semestre” é aquele período maluco em que tudo acontece. Os trabalhos precisam ser entregues praticamente na mesma semana e você vive a base de cafeína. As conversas são quase monotemáticas: trabalhos, matérias para estudar para a prova, professores, notas… Enfim, o desespero contagia todos ao seu redor.

Estou apenas no terceiro semestre do curso de Jornalismo e até agora (após as aulas e provas terem acabado) estou tentando entender o que aconteceu nesse semestre. A impressão que eu tive foi que o curso/faculdade em si tivesse começado realmente apenas nesse semestre, como se os outros dois tivessem sido só um teste para saber se era esse curso mesmo que eu queria. E por isso foi um verdadeiro choque quando os trabalhos, provas e prazos começaram a surgir com mais intensidade e força do que nos semestres anteriores. Fora isso, quase todas as matérias eram basicamente teóricas e complexas, ou seja… Foi complicado.

Durante esse semestre teve muito desespero do tipo “ai meu Deus, como eu vou conseguir terminar esse trabalho até tal dia” ou “será que eu consigo passar nessa matéria???”. Teve muito relatório para entregar, teve Google Drive como melhor amigo de todos os dias, deadlines apertadíssimos. Teve também vários trabalhos um tanto quanto complexos e textos e mais textos para ler, grifar e estudar. A desmotivação bateu na porta algumas vezes ao longo do semestre, o botão do F5 do meu computador cansou de ser apertado até todas as notas saírem no portal e o café – além das gordices nossas de cada semana para dar aquela força extra – foi um grande companheiro.

A cada trabalho entregue ou prova feita era um alívio que dava… Até lembrar que ainda faltava receber a nota. E a cada conversa com veteranos e/ou professores deu para ter certeza de que (obviamente) tudo ainda vai ficar mais intenso e pior (no sentido de ter mais coisas para fazer e mais responsabilidades). O que resta ter em mente é saber que a cada desafio assim temos chance de amadurecer e a aprender a conciliar tudo e mais um pouco, e que com dedicação e esforço, as coisas acontecem.

No final, acabou dando tudo certo. Ufa! E que venha o quarto semestre!

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Internet e links favoritos #2

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Em tempos de tantos discursos de ódio nas redes sociais, uma das melhores coisas a se fazer é exercitar o olhar para achar coisas boas, achar aquelas postagens que nos enchem de inspiração, sabe? Pois bem, dá para encontrar tanto conteúdo bom e interessante que fica até difícil escolher apenas cinco links que foram para compartilhar aqui!

Então, aqui vai mais um Internet e links favoritos (você já viu o #1?) com as postagens que foram escolhidas com carinho.

  1.  A importância dos filmes de mulherzinha. Como eu sou uma grande fã de comédias românticas, o título desse texto da Capitolina chamou muito a minha atenção. Li e gostei tanto, que até deu vontade de sair mostrando esse texto para todas as amigas!
  2. Livraria terapia: Guia prático para a felicidade instantânea. Só quero dizer que livrarias são um dos melhores lugares do mundo para mim e que eu quero dar um jeito de praticar “livraria terapia” com mais frequência.
  3. Miniguia do Instagram bonito e harmonioso! Um post do blog Fashionismo com boas dicas para quem quer caprichar na organização do feed do Instagram e ainda exemplos de perfis que só postam fotos lindas!
  4. Quando foi que nossa vida se tornou isso? Para ler e refletir sobre o rumo que os procedimentos estéticos e outras coisinhas de beleza estão tomando em nossa sociedade.
  5. Onde você perdeu a sua criatividade? Tem momentos em que eu percebo que estou fazendo tudo tão no modo automático que parece que minha criatividade tirou uma folga (ou será que eu que a deixei ir por um tempo?). Se você também sente isso, esse texto é uma ótima leitura, já que tem cinco dicas bem legais para resgatar a criatividade!
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SPFW N41 – Um pouco sobre as marcas que irão desfilar {Parte III}

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Enfim, o último dos três posts (leia também a parte I e a parte II) sobre as marcas que participarão do line-up do  quinto e último dia do SPFW N41.

QUINTO DIA

Quem abre os desfiles do último dia do SPFW N41 é Lino Villaventura. O estilista de Belém lançou a marca Lino Villaventura com Inez Villaventura em 1982. E em 1996 já participava do Morumbi Fashion (que se tornaria o que hoje conhecemos como São Paulo Fashion Week). Lino também atua como figurinista do teatro e do cinema.

A estilista que é conhecida por seus vestidos de festa e de noiva, Esther Bauman, também está presente no line-up do SPFW N41 com a Acquastudio. Suas criações são feitas com modelagens, formas e trabalhos manuais que valorizam a silhueta da mulher com elegância trazendo ainda um toque de modernidade. A marca prioriza também bordados e texturas. O terceiro desfile da sexta-feira fica por conta do estilista natalense Wagner Kallieno, vencedor do Rio Moda Hype de 2010 e que desde então tem conquistado cada vez mais espaço no cenário da moda nacional. Suas criações são consideradas sensuais e contemporâneas.

GIG Couture é uma grife mineira que é conhecida por seu trabalho com tricô. A marca foi fundada em 2002 por Gina Guerra e Patricia Schettino e que desde 2005 conquista fashionistas com suas criações. A trama do tricô possibilita a criação de peças com modelagens que valorizam o corpo, além de permitir a produção dos mais variados cortes e caimentos. A GIG é a única grife brasileira que é fixa no catálogo do Showroom Fabre, em Paris, mostrando que também está presente com força no mercado internacional.

Em seguida, chega a vez da Ratier desfilar sua coleção. A grife do empresário e dono da casa noturna D-Edge e do restaurante Bossa, Renato Ratier, surgiu em 2014 e baseia suas produções em peças unissex. Além disso, a marca é conhecida por fazer produções com cores escuras, como preto, matérias primas brutas, equilíbrio entre simétrico e assimétrico e estruturas geométricas contemporâneas.

No último dia de desfiles também tem estreia: a marca dos amigos Rafael Varandas e Guilherme Neves, Cotton Project, tem ganhado cada vez mais espaço com suas roupas voltadas ao estilo streetwear com referências ao surfe, ao skate e à praia. A CP foi criada em 2008, mas só a partir da coleção Verão 2008 que os amigos começaram a se dedicar totalmente à marca. Por ser uma marca jovem, seu crescimento se deu com o famoso boca a boca, no maior estilo “onde você comprou essa blusa?”.

Ellus finaliza o dia com seu estilo esportivo e streetwear. A marca criada em 1972 por Nelson Avarenga e que tem direção criativa de Adriana Bozon atualmente. Na última edição do SPFW, a Ellus apresentou sua linha esportiva: a Ellus Sportdlx, que resultou do sucesso de vendas de um “jogging denim” lançado nas lojas da marca temporadas antes.

Qual das marcas mais chamou sua atenção?

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